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Primeira experiência como voluntário pelo WorldPackers no Beats Hostel

Primeira experiência como voluntário pelo WorldPackers no Beats Hostel

Após retornar do Rio do Janeiro, estava decidido  a não voltar mais para a casa dos meus Pais, e foi então que no aeroporto tentei fazer uma reserva em um hostel que havia conhecido quando um amigo de Salvador-BA foi à São Paulo visitar os amigos “virtuais”. Foi nessa ocasião (do amigo) em que conheci o que era um hostel que até então nunca havia passado pela minha cabeça que precisaria de um algum dia.

Conhecendo o estabelecimento em questão, foi o numero um da minha lista porém não lembrava o nome mas sabia a localização e que também havia outro algumas casas à cima. E foi exatamente no hostel há algumas casas acima do que pensava em reservar que me hospedei. Mas para conseguir isso passei por um perrengue.

Durante a madrugada quando ainda no aeroporto liguei para o estabelecimento e tentei fazer reserva, mas não era possível. Pesquisei por outro no Brooklin mas só era possível fazer check-in depois das 8h da manhã. Era necessário esperar, e resolvi que iria para hostel no brooklin por ser um pouco mais barato. Assim fiz, quando deu o horário chamei um Uber e fui para o albergue. Tive uma surpresa quando cheguei, o dono estava nervoso e perguntou se eu era quem estava ligando durante a madrugada inteira. Disse que havia ligado apenas uma vez ou duas talvez. Mas ele foi muito grosso e disse que era feriado e que o hostel iria ser fechado – Mas o motivo não era esse,  onde é que já se viu uma hospedaria fechar em um feriado?

Eu pensei em duas hipóteses – Ou ele foi preconceituoso por conta da cor da minha pele ou realmente estava nervoso por terem perturbado o seu sono durante a madrugada. Por sorte, motoristas do Uber aguardam que os clientes entrem em seus pontos de chegada antes de partirem. Bondoso e comovido com a situação me levou ao hostel, mas cobrou claro,  nem relógio trabalha de graça e ele vive disso. Indignados, fomos conversando sobre a situação durante o percurso salvo engano comentamos sobre a hipótese do preconceito. Ao chegar fiz a reserva no albergue próximo ao que meu amigo ficou. Conversei com meus pais que não iria mais voltar para casa e que já havia combinado com a minha irmã para ficar alguns dias em sua casa. Ao anoitecer fui à recepção imprimir alguns documentos para levar na Polícia Federal (Passaporte) e conversando com o recepcionista conheci o WorldPackers. Achei interessante e era o que eu precisava, estava com vontade de viajar e conhecer novos lugares, esquecer os problemas, decepções e preencher o vazio presente no coração/mente/alma de todo aspirante a viajante.

Fato é que fiquei apenas uma noite, e no dia seguinte antes do meio dia fiz check-out e fui embora. No final da tarde encontrei-me com minha irmã e fomos para a sua casa onde fiquei por cerca de dois meses criando coragem para cair no mundo. Foi quando então a minha mãe me pressionando para voltar à sua casa que tomei a decisão de embarcar nessa onda de escambo através do WorldPackers. Marquei com uma anfitriã em Mendonza na argentina, porém não consegui recurso para a passagem, estava preso a um investimento desvalorizado aguardando alta para vender e comprar a passagem de ida. De ultima hora faltando pouco menos de cinco dias para a viagem entrem em contato com ela e cancelei. No dia seguinte comecei a pesquisar algo em São Paulo e consegui no “Beats Hostel São Paulo”, marquei com o novo Anfitrião e na data me mandei para o hostel e foi lá que tive uma das melhores experiências que se podia esperar.

Cheguei no Beats com planos; com o passaporte em mãos (já havia ido na “entrevista” da PF para dar andamento no pedido de confecção do documento de viagem) e entrevista no Consulado Geral dos Eatados Unidos marcada estava aguardando o dia para então receber a permissão e ir para o país dos sonhos de todo Brasileiro fazer uma grana e voltar para o Brasil investir em meus projetos. Mas as coisas não saíram como desejava, tive o visto negado e precisava reorganizar a minha vida e alinhar novamente novos planos, fiquei no Beats por um período de dois meses, novamente repito; uma das melhores e talvez a melhor experiência que tive.

O desenrolar dessa história, experiências e aprendizado conto em outra publicação!

José Cardoso

Viajante em busca de conhecimento, experiências de convívio e momentos marcantes. Sou apaixonado por relações humanas e descobri que gosto de viajar e viver em ambientes diferentes, agora estou buscando o meu destino.

2 comentários a “Primeira experiência como voluntário pelo WorldPackers no Beats Hostel

Jefferson RondolfoPublicado em  9:23 am - Dez 25, 2017

Queria ter coragem de passar por algumas coisas dessas. Nem sempre dinheiro é tudo, desejo tudo de bom e não pare de escrever.

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