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Há algumas semanas do fim da estadia no atual anfitrião

O que dizer? Cheguei no dia 14 de dezembro e tive bons momentos. Fui bem recebido e estimulado a aplicar algumas das coisas que sei e gosto de fazer. A única coisa que não me agrada muito é o fato de dormir sozinho e não ter contato com tantas pessoas como no anterior.

Foi um ótimo final de mês e ano e durante os dias anteriores ao do momento que escrevo esta publicação pude aprender algumas coisas. O Anfitrião é bastante explicativo, e todas as atividades são bem explicadas. Agora posso chegar em outro hostel/pousada e usar tudo que aprendi aqui e no anterior.

Estou muito feliz por ter tido essa oportunidade e espero para este ano muitas outras, não apenas de voluntariado mas de aventuras e conhecer pessoas novas a cada dia. É importante para o meu desenvolvimento e aprendizado conviver com o máximo possível de pessoas diferentes em curtos espaços de tempo.

Na segunda semana de estadia, alguns amigos que fiz no Beats estiveram por aqui para um final de semana de descanso e tivemos algumas aventuras na praia. Uma delas durante a madrugada, Felipe e eu tivemos um duelo com fogos de artifício. Foi uma experiência incrível. Estamos, a Roberta (Italiana ), Kristine (uma russa maluquinha) e o John (Americano). Espero pode reencontrá-los novamente e reviver essas aventuras loucas na madrugada em uma praia qualquer.

São esses tipos de momentos que procuro e pretendo viver. Irei partir para outro anfitrião com boas lembranças que irão ficar eternamente marcadas na minha existências. Algum dia poderei contar para os meus netos, caso venha a ter. Dizer a eles que vive momentos inimagináveis e que só pude viver tais momentos por que tive coragem de sair da zona de conforto e me desprender de tudo o que me fazia mal e atrasava o meu desenvolvimento.
Desejo a todos um ótimo 2018 e momentos inesquecíveis sejam vividos neste longo ano!

Cozinhei para 40 pessoas na ceia de Reveillion do Anfitrião

Um dos meus planos é descobrir sabores e explorar ao máximo possível a culinária. Pensando em fazer curso na área para aprimorar minhas habilidades e aprender o que ainda não sei, acabei me deparando com a oportunidade de cozinhar profissionalmente. Abracei a causa, e preparei dois tipos de carnes sendo eles, Pernil e Contra folé. O peru não considero pois deixei com o tempero pronto da fabricante, porém me arrependi. Tempero ruim!

Sendo assim, foram três tipos de carnes assadas no forno sendo apenas duas com o tempero feito por mim. Tive a oportunidade de aprender enquanto cozinhava. Agora tenho experiência no preparo das carnes e posso aplicar durante My trip para continuar financiando a jornada.

Além das carnes, arroz, lentilha, salada de maioneses e feijão foram preparados por mim. Gostei de todos os temperos e recebi elogios que é muito bom para o ego. Infelizmente não tive tempo para tirar fotos dos pratos na mesa, mas tenho das peças de carne embaladas com folha de alumínio após o pré-cozimento para assar no dia seguinte.

Com a experiência, pude concluir que sou capaz e tenho forças para conquistar meu espaço e usufruir dos benefícios de tal conquista. Não necessito ser mais que o que sou nem mesmo pisar ou tirar proveito das pessoas para alcançar o que desejo, pelo contrário. A minha determinação e habilidades são o suficiente basta encontrar as oportunidades certas. Também percebi que não posso ficar em locais onde limitam-me impedindo que expanda meu conhecimento e aplique as minhas habilidades.

Assim foi a minha ultima experiência agradável de 2017, sou grato por todas as coisas boas e pelas ruins que aconteceram no ano anterior e seus antecessores. Tudo aconteceu para o meu amadurecimento e hoje sei que sou capaz e posso conquistar o meu espaço.

 

O início da mudança iniciada em agosto e tornando-se um marco em 1 de janeiro

Em 2017 não tive muita alegria, do inicio do ano até agosto foi muito angustiante e sem perspectiva de mudanças até decidir viajar para Búzios, retornar para São Paulo ainda mais decidido a não voltar mais para casa dos meus pais.
No aeroporto pesquisando no Google um local para hospedagem mais próximo do aero, angustiado e decidido aguardei o dia clarear após encontrar um local.  Que depois passar por uma situação desagradável e precisei ir para outro local. Felizmente fui bem recebido e me apresentaram precisava. Fiquei feliz, mas demorei cerca de dois meses após tomar a decisão de sair pelo mundo.

Enfim, passado dois meses na casa de minha irmã tentei ir para argentina que conto sobre na publicação “Primeira experiência como voluntário pelo WorldPackers no Beats Hostel”, pude ter contato com o mundo dos mochileiros e hoje estou aqui, quase três meses após a minha primeira experiência e não pretendo parar.

Hoje, 01 de janeiro de 2018 é um marco para a minha vida, são poucos meses em My trip e essa data representa mudança. Pois além da realização de estar viajando conhecendo lugares também me sinto satisfeito com a nova fase a qual me encontro. Sendo assim, todos os dias “primeiro” de janeiro serão para lembrar e me ajudar a continuar perseguindo os meus sonhos. Espero não desistir, muito menos acomodar-me.

Nos vemos por ai, por aqui e por lá. Hoje sou cidadão do mundo e não tenho casa, moro em qualquer lugar que aceite o meu trabalho e que tenha algo de bom a me oferecer. Hoje busco conhecimento e aperfeiçoamento do meu “eu” interior para que o “eu” exterior aja como tal.
Happy new year for you!

Quem era eu e como era a minha vida antes do “despertar”

Não faço a mínima idéia de como iniciar um texto com esse, é difícil conseguir começar com palavras bonitas que prendam o leitor ao texto. Não sou escritor e nunca gostei de estudar, porém mesmo não gostando de estudar nem de língua portuguesa sempre tive interesse em criação de histórias e textos fictícios. Mas apesar do gosto e criatividade para elaborar histórias, a minha ultima professora de português não gostava muito dos meus textos, talvez por ter erros, não sei. Apenas me recordo de um dos textos que fiz e perguntei para ela se estava legal e me respondeu com uma careta engraçada e misteriosa, penso ter ficado ruim por causa dos erros e algumas repetições desnecessárias.

Agora já contei que nunca gostei de estudar posso ser franco e dizer que repeti algumas séries por mais de uma vez, concluí o ensino médio com vinte e um anos de idade. No período em que estudava à tarde ia para a escola mas não fazia muita coisa. Gostava mesmo das aulas de história e educação física quando não ficava apenas na teoria em sala de aula. Apreciava também as aulas de inglês e quando pude ter o prazer de ter aulas com um bom professor o perdi, pois mudei de série no ano seguinte e fui para o período da manhã.

Foi nessa época que descobri a minha habilidade para dormir em sala de aula, dormia feito uma criança. Acordava apenas após o horário do intervalo (recreio), que iniciava após as três primeira aulas. Sempre fui recluso, nunca gostei de sair muito de casa e isso piorou quando ganhei o primeiro computador por volta do ano de 2005 e tive acesso à internet. Joguei muitos games online, fiz vários amigos virtuais em que alguns ainda mantenho contato.

Terminei o ensino médio aos 21 anos, bem atrasado. Trabalhei no Mc Donald´s antes disso e fiz um estágio ainda no período escolar. Que na época em que fui aprovado no concurso escolar todos os professores ficarem surpreendidos, pois dormia durante as três primeira aulas e não fazia as atividades mas havia sido aprovado, até brincaram dizendo que enquanto dormia prestava atenção nas aulas.

Após, tive outros empregos; supermercado como operador, outro em que fiquei um mês no suporte técnico de uma marca de eletrônicos muito famosa. E o ultimo como Web Designer em uma empresa fabricante e importadora de equipamentos para construção civil. Essa foi a ultima e pouco antes do me despertar, foi fundamental para a minha decisão de novamente tentar ficar raízes na cidade onde nasci. Mas não irei entrar à fundo neste assunto nesta publicação, creio não ser o momento certo. Afinal estou escrevendo conforme o andar da carruagem – uma coisa de cada vez.

Então é isso, um breve resumo do que pode ser lido no livro que estou escrevendo e que não tenho noção de quando termino e se terminarei. Só o Universo poderá me dizer – como me dirá? Não sei como me dirá o momento certo para concluir, apenas sei que estou vivendo um dia de cada vez e não pretendo concluir enquanto não encontrar a mudança que busco.

A foto da capa representa uma mudança significativa, e o inicio do que causou o motivo do meu desapego e despertar. Outro dia quando achar ser o momento certo conto a história da fotografia – “caminhando na praia em direção ao mar em Salvador – BA.”

Três perguntas respondidas sobre meu novo estilo de vida

Iniciando com três perguntas que pretendo responder nesta publicação – Não sou escritos, nunca gostei de estudar língua portuguesa, então caso encontre nesta ou em qualquer outra publicação algum erro de concordância ou qualquer outro tipo de erro que possa ser caracterizado por falta de revisão, ignore-o. O importante é o conteúdo.

1.  Por que fazer? 2. Como fazer? 3.  Por que faço?

Por que fazer?

Uma resposta simples: Desde criança observo o comportamento das pessoas e por algum motivo o qual eu não faço a minima ideia e espero que algum dia entenda algumas das ações com base no comportamento das pessoas tendem a me afastar um pouco da vida social. O que não entendo e gostaria de entender é o motivo pelo qual nasci assim. Sempre fui medroso e me sinto mais confortável quando as pessoas são sinceras comigo e dizem a verdade em qualquer situação. Não confio em todas as pessoas e gostaria de aprender a conviver melhor com o perfil de pessoas as quais normalmente deposito confiança.

Esse é um dos motivos pelo qual quero viver essa experiência de convívio com o maior numero de pessoas possível –  Creio que responde o “Porque” de fazer o que estou fazendo na atual fase da minha vida.

Para complementar –  As ultimas duas decepções que escrevi, especificamente no link “My trip” conto um pouco sobre. Não tudo, porque pretendo fazer isso aos poucos no blog contar a história completa em meu livro. Mas caso ainda não tenha lido – “My Trip” resume como despertei e resolvi seguir a minha vida desligando-me de tudo para conhecer o mundo e conviver com pessoas diferentes a cada viagem.

Como fazer?

Já estou fazendo, estou viajando e convivendo com pessoas diferentes em cada ambiente que pouso. O que acho incrível nessa jornada é que vivencio algo semelhante ao convívio em ambientes de trabalho e com pessoas estranhas que em alguns casos acabam se tornando amigas passageiras, ou não. Em meu período no Beats Hostel conheci pessoas as quais creio que se tornaram amigas, ao menos da minha parte posso considerar com certeza. Convivi com gays e transexuais – Seres humanos incríveis em outra oportunidade contarei um pouco dessa experiência e o que aprendi convivendo em um ambiente com tamanha diversidade. Penso que agora a pergunta está respondida; simplesmente acontece naturalmente, basou sair de casa e encarar o mundo e conviver com respeito com variados grupos sociais. Isso faz parte da evolução do ser humano, entender e ser entendido.

Por que faço?

Já respondi tudo nas duas ultimas perguntas, creio não restar nenhuma dúvida – Faço porque quero evoluir e entender a sociedade. Tornar-me uma pessoa melhor, respeitosa e madura. Faço porque quero crescer, e levar isso para o maior numero de pessoas possíveis.

Agora uma pergunta que imagino ter ficado em sua mente – Mas e o livro?

O livro já escrevi mais de 200 páginas, não sei quando concluirei e nem sei quando publicarei. Estou vivendo a vida e deixando ela me levar para onde desejar. Estou onde devo estar e sei disso porque as coisas vem acontecendo naturalmente conforme os meus anseios. O livro eu vou deixar rolar e se for o desejo do universo que eu publique um livro e que traga luz para a vida de quem assim como eu quer uma resposta, então publicarei.

Como diz a música, “deixa a vida me levar, vida leva eu.”

Foto da capa foi por mim tirada em Búzios

É Natal e eu tô ficando zen – Fui à praia e uma nova amiga me conquistou

Acordei um pouco cedo para cortar frutas para a mesa do café, após realizar a atividade fui até a praia e assim que pisei na areia me deparei com um ser iluminado que me cativou no primeiro contato.

A cadela, aparentemente uma mistura de labrador com vira lata veio em minha direção quase que no momento que pisei na areia se não fossem os 20 metros depois da calçada. Fiz cafune em sua cabeça e seguiu me acompanhando como se já me conhecesse. Agora que escrevo esse texto recordo-me de um vídeo, ou algo que li sobre o ser que mais faz amigos por onde passa – O cachorro, sim os caninos domesticados por onde passam fazem amigos, pois são atenciosos e quando mansos dão atenção a qualquer  pessoa, mesmo para os mais mau humorados é  difícil não ser cativado pela simpatia de um cãozinho.

Fato é que segui pelas “beiradas” onde as ondas finalizam sua “vibração” e a cadelinha continuou me acompanhando, até que seguiu para outros lados em busca de lixo para comer. Continuei a minha caminhada fiz algumas fotos e gravei alguns vídeos, logo após me sentei de frente com o mar e fiquei relaxando com olhos fechados sentindo o momento.

Permaneci por alguns minutos e ando estava quase relaxando fui surpreendido novamente por ela que encostou em mim – novamente fiz cafune em sua cabeça e levantei-me pronto para retornar à pousada. Novamente fui acompanhado pela nova amiga “passageira”, pois não sei se a encontrarei novamente. Segui sentindo o momento e brincando com a cadelinha que me trocou mais à frente por uma fatia de pão de forma deixada na areia.

Primeira experiência como voluntário pelo WorldPackers no Beats Hostel

Após retornar do Rio do Janeiro, estava decidido  a não voltar mais para a casa dos meus Pais, e foi então que no aeroporto tentei fazer uma reserva em um hostel que havia conhecido quando um amigo de Salvador-BA foi à São Paulo visitar os amigos “virtuais”. Foi nessa ocasião (do amigo) em que conheci o que era um hostel que até então nunca havia passado pela minha cabeça que precisaria de um algum dia.

Conhecendo o estabelecimento em questão, foi o numero um da minha lista porém não lembrava o nome mas sabia a localização e que também havia outro algumas casas à cima. E foi exatamente no hostel há algumas casas acima do que pensava em reservar que me hospedei. Mas para conseguir isso passei por um perrengue.

Durante a madrugada quando ainda no aeroporto liguei para o estabelecimento e tentei fazer reserva, mas não era possível. Pesquisei por outro no Brooklin mas só era possível fazer check-in depois das 8h da manhã. Era necessário esperar, e resolvi que iria para hostel no brooklin por ser um pouco mais barato. Assim fiz, quando deu o horário chamei um Uber e fui para o albergue. Tive uma surpresa quando cheguei, o dono estava nervoso e perguntou se eu era quem estava ligando durante a madrugada inteira. Disse que havia ligado apenas uma vez ou duas talvez. Mas ele foi muito grosso e disse que era feriado e que o hostel iria ser fechado – Mas o motivo não era esse,  onde é que já se viu uma hospedaria fechar em um feriado?

Eu pensei em duas hipóteses – Ou ele foi preconceituoso por conta da cor da minha pele ou realmente estava nervoso por terem perturbado o seu sono durante a madrugada. Por sorte, motoristas do Uber aguardam que os clientes entrem em seus pontos de chegada antes de partirem. Bondoso e comovido com a situação me levou ao hostel, mas cobrou claro,  nem relógio trabalha de graça e ele vive disso. Indignados, fomos conversando sobre a situação durante o percurso salvo engano comentamos sobre a hipótese do preconceito. Ao chegar fiz a reserva no albergue próximo ao que meu amigo ficou. Conversei com meus pais que não iria mais voltar para casa e que já havia combinado com a minha irmã para ficar alguns dias em sua casa. Ao anoitecer fui à recepção imprimir alguns documentos para levar na Polícia Federal (Passaporte) e conversando com o recepcionista conheci o WorldPackers. Achei interessante e era o que eu precisava, estava com vontade de viajar e conhecer novos lugares, esquecer os problemas, decepções e preencher o vazio presente no coração/mente/alma de todo aspirante a viajante.

Fato é que fiquei apenas uma noite, e no dia seguinte antes do meio dia fiz check-out e fui embora. No final da tarde encontrei-me com minha irmã e fomos para a sua casa onde fiquei por cerca de dois meses criando coragem para cair no mundo. Foi quando então a minha mãe me pressionando para voltar à sua casa que tomei a decisão de embarcar nessa onda de escambo através do WorldPackers. Marquei com uma anfitriã em Mendonza na argentina, porém não consegui recurso para a passagem, estava preso a um investimento desvalorizado aguardando alta para vender e comprar a passagem de ida. De ultima hora faltando pouco menos de cinco dias para a viagem entrem em contato com ela e cancelei. No dia seguinte comecei a pesquisar algo em São Paulo e consegui no “Beats Hostel São Paulo”, marquei com o novo Anfitrião e na data me mandei para o hostel e foi lá que tive uma das melhores experiências que se podia esperar.

Cheguei no Beats com planos; com o passaporte em mãos (já havia ido na “entrevista” da PF para dar andamento no pedido de confecção do documento de viagem) e entrevista no Consulado Geral dos Eatados Unidos marcada estava aguardando o dia para então receber a permissão e ir para o país dos sonhos de todo Brasileiro fazer uma grana e voltar para o Brasil investir em meus projetos. Mas as coisas não saíram como desejava, tive o visto negado e precisava reorganizar a minha vida e alinhar novamente novos planos, fiquei no Beats por um período de dois meses, novamente repito; uma das melhores e talvez a melhor experiência que tive.

O desenrolar dessa história, experiências e aprendizado conto em outra publicação!

Búzios um paraíso no Rio de Janeiro

Após algum tempo sem pisar no litoral, foi em Búzios o início da minha jornada. Pude interagir com a natureza fotografando as suas belezas de perto com a minha lente 50mm acoplada à uma Nikon D3100.  Foram poucos dias, estava muito estressado e mal tive tempo ou vontade de entrar no mar. No máximo uma caminhadinha pelas beiradas.

Não consegui visitar todas as praias, porém as que pisei me encantaram com suas belezas, magia e paz trazidas pelas ondas. Anida mantenho os bilhetes da viagem guardados, uma pena a escrita se apagar com o passar do tempo, é o que está acontecendo agora. Mas o momento gravado em minha memória permanecerá e esse nem o tempo apaga, espero.